Third-Party Risk Management · TPRM

Gestão de Riscos de Terceiros conectada ao risco da empresa.

Avalie fornecedores, parceiros e entidades relacionadas em um só ciclo — do cadastro à revisão periódica — e leve o resultado para a mesma visão de risco que a diretoria já acompanha.

Third-Party Risk · Vendor Risk · Compliance · Enterprise Risk

Você sabe quem são seus fornecedores. Sabe quais deles são risco?

A lista de terceiros quase sempre existe — em compras, no ERP, no contrato. O que costuma faltar é a leitura de risco em cima dessa lista.

O cadastro é de compras, não de risco

O fornecedor está homologado, o contrato assinado e o pagamento em dia. Nada disso diz qual deles acessa dado sensível, sustenta um processo crítico ou concentra dependência.

Eagle mantém um inventário único de terceiros, incluindo as entidades legais por trás deles, com classificação de criticidade.

O questionário foi respondido uma vez

A avaliação de segurança virou anexo de e-mail. Sem data de validade e sem dono, a resposta do ano passado continua sendo a resposta oficial.

Eagle liga risco, contrato e data da próxima revisão ao mesmo terceiro: a avaliação passa a ter validade, não só data de emissão.

O risco do terceiro não sobe

O relatório de fornecedores vive num arquivo. O relatório de risco corporativo vive em outro. A diretoria decide olhando só o segundo.

Eagle trata terceiros dentro do mesmo modelo de risco dos demais domínios da organização.

O custo aparece na hora errada: numa auditoria que pede evidência de avaliação de terceiros, numa exigência contratual de cliente, ou num incidente que começou fora de casa — e ninguém tinha a dependência mapeada.

Do cadastro do fornecedor ao plano de ação, no mesmo lugar.

Risco de terceiros por todo o ciclo de vida: avalie fornecedores, parceiros e entidades relacionadas em quatro etapas que compartilham o mesmo modelo de risco.

  1. 01Cadastro de fornecedores, catálogo global e entidades legaisUm inventário único de terceiros — incluindo as entidades legais por trás deles — no lugar de listas paralelas mantidas por cada área.
  2. 02Assessments e classificação de criticidadeA avaliação deixa de ser um anexo: cada terceiro recebe uma classificação de criticidade que orienta profundidade e frequência da análise.
  3. 03Riscos, contratos e revisões periódicasRisco, contrato e data da próxima revisão ficam ligados ao mesmo terceiro. A avaliação passa a ter validade, não só data de emissão.
  4. 04Sinais de risco, monitoramento e planos de açãoO que a avaliação encontrou vira plano de ação com responsável e acompanhamento, no mesmo formato usado pelos demais riscos da organização.

Diagrama do ciclo descrito nas capacidades do módulo. Não é captura de produto.

O risco que vem de fora entra na mesma visão do risco que vem de dentro.

Consolide riscos cibernéticos, operacionais, regulatórios, estratégicos e de terceiros em uma visão comum — em vez de manter o risco de fornecedores num relatório à parte que ninguém cruza com o resto.

  • Fornecedores e parceiros — cadastro, entidades legais, contratos.
  • Avaliação e criticidade — assessments, riscos, revisões periódicas.
  • Risco corporativo — mesma taxonomia, mesmo tratamento.

É isso que o Eagle chama de conectar o risco de cadeia ao risco corporativo: o terceiro deixa de ser um assunto de uma área e passa a ser uma entrada na conversa de risco da empresa.

TPRM é risco. Não é compras.

Vale dizer com clareza o que fica de fora — é a diferença entre gestão de fornecedores e gestão de riscos de terceiros.

Não é sourcing nem cotação

O Eagle não seleciona fornecedor, não negocia preço e não substitui o processo de compras.

Não é gestão de pagamento ou de desempenho comercial

Nota fiscal, SLA de entrega e performance de fornecimento continuam onde já estão.

Não é scanner

O Eagle não faz varredura técnica no ambiente do terceiro; ele organiza a avaliação, o risco resultante e o que será feito a respeito.

Não é homologação de qualidade

Qualificar fornecedor por critérios de qualidade é outro processo, com outro dono. Aqui o critério é risco.

Dúvidas frequentes

Antes de colocar terceiros no mesmo modelo de risco.

Precisamos trocar nosso processo de homologação de fornecedores?

Não. A homologação continua sendo um processo de compras e qualidade. O Eagle entra na camada de risco: qual terceiro representa qual exposição, com que criticidade e o que está sendo feito a respeito.

Já temos uma plataforma de GRC. Faz sentido olhar o Eagle?

Depende de onde o risco de terceiros vive hoje. Quando ele está num módulo separado, com taxonomia própria, consolidar com o risco corporativo vira trabalho manual. O Eagle trata terceiros dentro do mesmo modelo de risco dos demais domínios.

Quais áreas costumam conduzir esse processo?

O módulo foi desenhado para Riscos, Compliance e Segurança da Informação — as áreas que normalmente respondem pela avaliação de terceiros. Compras participa como origem do cadastro, não como responsável pela avaliação de risco.

Como o TPRM conversa com os outros módulos do Eagle?

O Eagle consolida riscos cibernéticos, operacionais, regulatórios, estratégicos e de terceiros em uma visão comum. Na prática, a avaliação de um fornecedor crítico pode alimentar a mesma visão de risco que a diretoria já acompanha.

O que acontece depois que eu solicitar a demonstração?

Um especialista entra em contato para entender o seu contexto — quantidade de terceiros, quem avalia hoje e qual exigência está pressionando — e mostra o módulo aplicado a esse cenário. Não é necessário instalar nada para a conversa.

Aplique ao seu contexto

Veja o módulo com os seus terceiros em mente.

Converse com um especialista sobre como estruturar cadastro, criticidade, revisões e planos de ação de terceiros dentro de uma visão única de risco.

Prefere outro canal? Fale com a Futture AI.

Usamos estes dados apenas para responder ao seu contato. Você pode pedir a exclusão a qualquer momento pelos canais descritos na Política de Privacidade.